O Capitalismo Chinês: prostitutas obrigadas a fazer brinquedos

Quando você adquire um produto chinês, um brinquedo, ou bicho de pelúcia, pode ser que ele tenha sido feito por uma escrava do Estado, condenada por ter exercido a atividade de prostituição. No fundo, tais condenações, chamadas de "custódia e educação", são formas imorais, degradantes e desumanas de produzir lucros, utilizando-se para isso, de mão de obra escravizada por sua condição humana, já combalida.

Desse modo, o modelo de capitalismo vermelho da China também não pode ser considerada uma saída ou padrão sustentável em quaisquer de seus aspectos. Isso sem falar na questão ambiental.
 
Aqui o caminho do minimalismo parece ser essencial para coibir tais ocorrências. Evitar comprar brinquedos advindos da china. Racionalizar as compras. Educar as crianças sobre os efeitos perversos para as pessoas e para o ambiente, nesses aquisições, são essenciais para a construção de uma sociedade sustentável.
 
Como defendemos a "sustentabilidade aplicada", tais possibilidades deixam de ser qualquer utopia, quando passamos a aplicar na nossa vida a autorregulamentação de condutas. Assim, a cada ato de consumo consciente, impedimos que uma pessoa seja explorada na produção deste bem. Por isso, é importante pensar para consumir sustentavelmente.