O Custo de Oportunidade a Pagar por uma Economia Fraterna

Chegar ao modelo de uma Economia Fraterna não será fácil. Há um custo de oportunidade a ser pago nesse processo de transição. Isso leva em consideração as perdas que ocorreram no modelo tradicional de produção, ainda focada num modelo industrial destruidor dos recursos naturais.

O Custo da Oportunidade em chegar a um modelo terciário, de uma sociedade que se auto-realiza predominantemente pelos serviços qualificados e pelas experiências compartilhadas em realizações imateriais requer um tempo até ser construída.

Esse é o custo da escolha daquilo que deverá ser perdido, para uma nova economia nascer. E como haverá perdas, haverá crises, uma era de desafios de reestruturação econômica a grande parte da população dos países industrializados, principalmente.

Logo, será inerente a vivência de um crise mundial dos fatores de produção. Um curso de mudança traumático para o atual sistema econômico global. 

Entender essas ocorrências é buscar os ajustes necessários demandará tempo e capacidade de organização das nações para que isso ocorra, sem maiores traumas no caminho.

Entretanto, o que se espera, no fim desse caminho é o ganho de oportunidade que isso trará à humanidade no longo prazo, Isso reflete na sustentabilidade com a qual passará a viver em face da limitação de suas demandas materiais à capacidade de suporte do planeta, enquanto avança suas realizações nos fatores de produção metafísicos e imateriais do capital humano, predominantes na Economia Fraterna.