No dia em que ocorre a chamada "nidação" (adesão do embrião ao útero materno), começa a interprisão material de qualquer indivíduo. A partir de então, sua psique (alma) estará presa ao seu corpo físico em formação e ali deverá permanecer até o final do seu tempo de vida. Portanto, toda vida significa uma interprisão material, a ser cumprida pelo interregno de tempo de sua existência.
Esse é o começo do seu matrix existencial, de todo o teatro dos dramas da vida a serem vividos. Para muitos, apesar da presença da mente consciente, trata-se apenas de uma vida robotizada, sem discernimento quanto ao processo existencial em curso.
A mera reflexão sobre a vida ser, no fundo, uma mera interprisão terrena, já seria algo suficientemente incômodo para se encerrar qualquer pensamento sobre o assunto. As defesas psicológicas fazem assim seu papel essencial, o de manter o indivíduo guiado pelo princípio do prazer, a guiar sua vida para a construção "pré-moldada" de sua existência, tendo por base modelos arquetípicos a serem assimilados.
A consciência da interprisão terrena só passa a fazer sentido quando uma fagulha de discernimento permitir à pessoa começar a questionar a vida, suas escolhas e caminhos a serem seguidos, sem que isto lhe gere um mal-estar. Essa unidade de consciência é o primeiro passo para se entender essa matrix, da qual ninguém escapa, mas contra a qual se pode começar a atuar de maneira decidida.
Uma das lições básicas do Libertarianismo é a de que seu corpo "é sua propriedade". Sim, seu corpo é seu instrumento basal de manifestação terrena, logo, sua propriedade essencial e assim ele deve ser conservado ao máximo, por toda a sua missão existencial ser cumprido com ele.
Como os chineses antigos diziam, você nasce com um carga vital corporal que deverá dosar, gastar moderadamente por toda a sua existência. Saberia no uso de suas potencialidades corporais é essencial. Todavia, não se discute nada se discute sobre sua prisão corporal.
Analisar isso é essencial como ponto de partida para tudo o que você, a partir dessa consciência descoberta, possa vir a fazer em sua existência. Uma vez que se entenda que você está numa interprisão terrena, onde suas opções estão delimitadas pela cultura e pelo local (território) onde seu corpo materializa sua vida, um libertário poderá fazer melhores opções conscientes.
Com essa consciência, você entende que a vida se dá em forma de processos de interprisões, nas quais suas possibilidades de realização, sem a consciência disto, estarão restritas aos modelos existenciais arquetípicos pré-existentes. Isso é essencial para o início da sua libertação mental.
Esse é o primeiro passo de todo um percurso que poderá vir a seguir.
A consciência da interprisão terrena só passa a fazer sentido quando uma fagulha de discernimento permitir à pessoa começar a questionar a vida, suas escolhas e caminhos a serem seguidos, sem que isto lhe gere um mal-estar. Essa unidade de consciência é o primeiro passo para se entender essa matrix, da qual ninguém escapa, mas contra a qual se pode começar a atuar de maneira decidida.
Uma das lições básicas do Libertarianismo é a de que seu corpo "é sua propriedade". Sim, seu corpo é seu instrumento basal de manifestação terrena, logo, sua propriedade essencial e assim ele deve ser conservado ao máximo, por toda a sua missão existencial ser cumprido com ele.
Como os chineses antigos diziam, você nasce com um carga vital corporal que deverá dosar, gastar moderadamente por toda a sua existência. Saberia no uso de suas potencialidades corporais é essencial. Todavia, não se discute nada se discute sobre sua prisão corporal.
Analisar isso é essencial como ponto de partida para tudo o que você, a partir dessa consciência descoberta, possa vir a fazer em sua existência. Uma vez que se entenda que você está numa interprisão terrena, onde suas opções estão delimitadas pela cultura e pelo local (território) onde seu corpo materializa sua vida, um libertário poderá fazer melhores opções conscientes.
Com essa consciência, você entende que a vida se dá em forma de processos de interprisões, nas quais suas possibilidades de realização, sem a consciência disto, estarão restritas aos modelos existenciais arquetípicos pré-existentes. Isso é essencial para o início da sua libertação mental.
Esse é o primeiro passo de todo um percurso que poderá vir a seguir.
