Apresentamos aqui as 5 dimensões das liberdades, as quais, com um análise íntima e honesta, poderão indicar qual o seu grau de libertação perante a sociedade/território onde se encontra. Utilize esse novo entendimento para saber como pode avançar e o que deve saber sobre as interprisões da vida humana, a serem evitadas.
A primeira e mais básica é a dimensão física. Aqui não se trata de avaliar seus atributos físicos e como eles impactam suas possibilidades de liberdade. Uma avaliação honesta e clara permite que você possa identificar seus pontos fortes e fracos, com vistas a traçar estratégias de avanço libertador.
O segundo aspecto é o emocional. Aqui os pontos fracos, diferentemente dos físicos, são muitas vezes criados, por erros, fantasias, crenças, traumas e experiências negativas e limitadoras. Porém, apesar de ser um componente imaterial da personalidade, por vezes é mais difícil de mudar do que limitações físicas. Especialmente se houver egossintonia, a pessoa não só terá dificuldade de entender a existência de seus processos emocionais disfuncionais, como os defenderá e resistirá a qualquer mudança. Talvez esse seja atualmente um dos maiores entraves ao desenvolvimento humano.
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| Na Egossintonia, a pessoa não enxerga a si, apenas o que sua fantasia permite ver |
O quarto ponto dimensional é o mental. Aqui a questão da liberdade é paradoxal. Você tem a liberdade de escolher o que pensar, seguir, acreditar, ao mesmo tempo em que introjeta uma série de conteúdos perante os quais não tem a mínima noção do que ingere, advindos da cultura, dos formadores de opinião e das lavagens cerebrais ideológicas. Ter liberdade mental significa você se perguntar quem você não pode criticar ou se posicionar contra. Isso responderá a sua pergunta se há liberdade mental ou não em sua personalidade.
A quinta e última dimensão da liberdade diz respeito ao plano existencial e, porque não dizer, espiritual da pessoa. Essa é a dimensão mais difícil de ser atingida e entendida. Ela pressupõem que você tenha o livre-arbítrio de seguir uma existência sem pendências limitadoras construídas nas dimensões anteriores. Trata-se de algo que não é fácil, pois a maioria das pessoas, em algum momento, irá estabelecer para si suas próprias gaiolas de ouro, interprisões e limites existenciais. Poucos conseguem ultrapassar esses limites e esse é o desafio de seu Dharma a ser atingido.
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| Criamos nossas próprias gaiolas existenciais |


